E de repente tudo se perde, nada mais é real, e não conseguimos mais decifrar um olhar. O medo e a angústia se mostram pavorosos e você só quer dormir. Mas onde? Tudo se desfaz, e quase nunca se complementa. Se pelo menos pudéssemos sonhar... Quem sou? Um alguém acostumado a perder, porque nunca quis ganhar, ou pelo menos nunca fez por merecer a vitória... Como vejo o mundo? Muitas vezes pelos olhos deslumbrados e infantís de uma criança, que quer abraçar a tudo e a todos, sem saber que conspiram contra sua liberdade, contra sua inocência... O amor? Amar permeia minha vã existência e já não sei o que sou. Ora raiva, ora medo, ora angústia, ora alegria, ora depressão, as horas me completam e me afastam de mim mesmo. Amar é a incerteza de poder, a incerteza de ser... Vemos a vida com olhos de quem apenas sente e nunca consente, nunca se cala e nunca se vai...
"Meninas como nós nunca choram"...
sexta-feira, 16 de maio de 2008
O que é real?
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