sexta-feira, 16 de maio de 2008

As páginas inacabadas...

São tantas... Quando olho para trás, percebo que foram tantas histórias começadas e nunca encerradas, simplesmente abandonadas, tristemente deixadas de lado como se não fossem importantes. E não, todas tiveram sua importância, todas foram historias rabiscadas nas páginas da minha vida, mas não tiveram um fim, muitas vezes porque eu não consegui lidar com elas, e por isso deixei-as de lado, e tentei me esquecer... Mais eu nunca esqueço, não me esqueço de quem já fez parte da história da minha vida, e nem que seja para eu dar um fim a todas elas, eu ei de retomá-las. A começar pelos garotos da minha vida, garotos esses que eu nunca sei lidar... Seria interessante se começasse escrevendo um fim para uma história longa e bela. Uma fábula que se escreveu sozinha, mas cujo fim parece ser dramático e incerto demais para algo que vem se desenhando de forma inocente de cativante. E que a esse fim some-se pelo menos mais três outros fins. Para que se amenize as longas horas perdidas em frente ao espelho escrevendo minha vida, que pede fins próximos para os assuntos mais pessoais de uma pessoa.

O amor, é claro...

SALGUEIRO CHORÃO


Salgueiro chorão com lágrimas escorendo

Por que você chora e fica gemendo?

Será por que ele te deixou um dia?

Será por que ficar aqui não mais podia?

Em seus galhos ele se balançavae ainda se espera a alegria daquele balançar lhe dará!

Em sua sombra abriga lhe encontrouimagina que seu sorriso jamais acabou!

Salgueiro chorão pare de chorar,a algo que poderá lhe consolar,A

cha que a morte para sempre separou?

Mas em seu coração PRA SEMPRE ficou!

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